03/08/15 |   Biotechnology and biosafety

Curso sobre micropropagação de plantas começa nesta segunda

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Photo: Antonio da Silva Souza

Antonio da Silva Souza - Mudas micropropagadas de banana Maravilha

Mudas micropropagadas de banana Maravilha

Começa nesta segunda-feira, 3 de agosto, o 12º Curso de Micropropagação de Plantas da Embrapa Mandioca e Fruticultura (Cruz das Almas, BA), Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
Destinado a pesquisadores, professores, técnicos e estudantes de Graduação e Pós-Graduação, o treinamento segue até o dia 7 sob a coordenação dos pesquisadores Antônio da Silva Souza, Janay Almeida dos Santos-Serejo e Tatiana Junghans. Os instrutores são técnicos, analistas e pesquisadores da Embrapa e professores da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) e da Faculdade Maria Milza (Famam). 
O objetivo do curso é orientar os participantes desde os aspectos técnicos da micropropagação de abacaxi, banana, bromélia, orquídea, mandioca e plantas medicinais até a organização e implantação de um laboratório de cultura de tecidos, os custos e a otimização de uma biofábrica. A programação conta com aulas teóricas e práticas e inclui uma visita à Biofábrica da Campo Biotecnologia Vegetal, na área da Embrapa.
A micropropagação ou propagação vegetativa in vitro viabiliza a clonagem de várias espécies, permitindo a formação de indivíduos geneticamente idênticos a partir de células, órgãos ou pequenos fragmentos de uma planta matriz. É um procedimento de importância prática e potencial na agricultura, com especial enfoque na produção em larga escala de plantas praticamente isentas de patógenos, no intercâmbio de germoplasma, bem como na pesquisa básica, principalmente de citologia e fisiologia celular.
 
Novidade
O curso deste ano traz como novidade duas palestras sobre o uso de marcadores moleculares na avaliação de variação somaclonal e diversidade genética em plantas micropropagadas. A variação somaclonal, ou seja, variabilidade induzida pelo cultivo in vitro, pode ser ativada mediante alguns fatores como tempo de cultura, número de subcultivos, tipo de explante, genótipo, fitorregulador e composição do meio de cultura. "Plantas micropropagadas, a princípio, deveriam conter o mesmo genoma. Qualquer modificação molecular entre essas plantas, detectada por marcadores em nível de DNA, teria capacidade de mostrar que o indivíduo de padrão molecular diferente dos clones, pode ter sofrido variação somaclonal", explica Cláudia Fortes Ferreira, pesquisadora da Embrapa Mandioca e Fruticultura com pós-doutorado em Wageningen, Holanda. 
Mais informações sobre o curso em https://www.embrapa.br/documents/1355135/0/12%C2%BA%20%20Curso+sobre+Propaga%C3%A7%C3%A3o+de+Plantas/4c9d4ee5-a3c3-4a72-9021-f3f1ce54c261

Léa Cunha (DRT-BA 1633)
Embrapa Mandioca e Fruticultura

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