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Acúmulo de forragem nos capins quênia e tamani no bioma amazônia.

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Autoria: ARAGÃO, L. S.; CAVALCANTE, J. A. V.; SILVA, A. da; CAVALLI, J.; PEREIRA, D. H.; PEDREIRA, B. C. e

Resumo: O lançamento de novas cultivares surge como mais uma alternativa para a exploração dos ecossistemas pastoris, embora o processo produtivo continue limitado pela impossibilidade prática de otimizar a interceptação e a conversão de energia solar em produção primária simultaneamente com a máxima eficiência de colheita. Considerando que a produção de forragem depende do uso da luz que é interceptada pelo dossel (RODRIGUES et al. 2014), para aprimorar o sistema de produção animal é necessário o conhecimento de aspectos morfofisiológicos das plantas forrageiras. Para isso é preciso compreender os efeitos da ação do animal envolvidos na rebrotação da planta e consequentemente, na produção. Estratégias de pastejo afetam as características da forragem, mas nesse contexto a utilização interceptação luminosa (IL) permite que a planta esteja sempre em uma condição fisiológica semelhante. Quando se contrasta esta técnica com a utilização de uma estratégia de pastejo baseada em tempo cronológico, permite evidenciar as divergências entre os métodos e a inconsistência do uso do calendário como guia de manejo (PEDREIRA; PEDREIRA, 2007). Critérios morfofisiológicos da planta e estrutura do dossel são provavelmente os mais adequados e mais próximos do ideal para maximizar e potencializar o desempenho de forrageiras sob pastejo. Em função disso, objetivou-se avaliar respostas agronômicas de Panicum maximum cv. Quênia e Tamani no bioma Amazônia com diferentes intensidades de pastejo sob lotação intermitente.

Ano de publicação: 2017

Tipo de publicação: Artigo em anais e proceedings

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